Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2006

...os RISCOS de "se remar contra a maré"...

Amigos:

Já há algum tempo que não "blogava".

- Não por receio de nada... mas também!

- Não por achar que nada se podia fazer e que não valia a pena mexer mais na ...dita..., mas pelo contrário!

- Não porque tivesse receio de correr RISCOS... mas para os EVITAR!

Devo confessar que não consegui...

Não consegui deixar de ter receio; não consegui deixar de ver ...a dita... a alastrar na minha terra

e... não consegui evitar os riscos:

A princípio julguei que fossem acidentais, pois quem não tem garagem arRISCA-se a isso...

Depois verifiquei (à terceira vez - sou mesmo alentejano, porra!) que só via os RISCOS aparecerem depois de vir da minha (nossa) terra!!!

...e fiz contas: "ora... escreveste «aquilo» no teu blog; responderam «isto e aquilo»; recebeste mensagens anónimas a chamarem-te «aquilo e o outro»; ...sabias que corrias RISCOS ao alertar para «aquilo»... pelo que te ensinaram, um QUILO tem mil gramas...; mas... e se não te gramam???...tens mil "não-te-gramam"... e corres RISCOS... já te fizeram TRÊS vezes RISCOS no teu carro!!! PÔRRA, queres ver que ainda faltam Novecentos e Noventa e Sete RISCOS???

...da-se!...

Amigos do Formigueiro:

- O Dr. Frankenstein criou um monstro!

- Como se costuma dizer, "Quem os fez, que os ature!"

- Quero visitar a minha terra sem outros RISCOS que não os inerentes à viagem!

- O RISCO não é a minha profissão nem deve ser a dos que os fizeram, por isso se acham que sabem quem eu sou a ponto de me riscarem o carro, tenham a coragem de me dizer na cara aquilo que  apenas tentaram "esboçar" na chapa.

- (Só para quem ainda não percebeu - e devem ser alguns - nas últimas 3 visitas que fiz à Chança, voltei com o carro riscado ! ...daaahhhh!)

...ah, já agora ...

FELIZ 2007 para TODOS!

extramodum. 


publicado por extramodum às 14:50
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Quinta-feira, 9 de Novembro de 2006

C.U. - isso mesmo : C.U.

C.U.

 

Isso mesmo: C. U. !

 

Para quem não se lembra, ou não teve oportunidade de acompanhar o evento, há cerca de 30 anos  (! já trinta?), houve um Torneio de Futebol “Inter-Escolas” no Concelho (creio que foi mesmo a nível Distrital) que se chamou “Torneio da Bolota”!

Formaram-se várias equipas de acordo com as normas etárias estabelecidas…

Lembro-me que a minha equipa se chamava “Os Falcões Vermelhos”! Se fosse hoje, poder-se-ia chamar algo semelhante a “Dragon Balls Vermelhos”… ou coisa parecida…

Mas a minha equipa, era formada pelo pessoal com 8, 9, 10 anos…

…e o torneio abarcava “pessoal mais velho”…

Nós, os “ainda não teenagers” jogávamos num quarto de campo, ou seja, as balizas estavam localizadas nas linhas laterais de um campo normal e a largura era equivalente. Normalmente tentávamos usar equipamentos parecidos com os Clubes da preferência da maioria (sim, já havia democracia nessa altura!)… e o nosso era… VERMELHO!

Os outros, os “já teenagers”, mas “in…conscientes”, jogavam em metade do campo.

… e não se regiam por cores ou nomes “da moda”, por isso adoptaram um nome “polémico”: C.U.!!!

 

O equipamento era branco (calções e camisola) e tinham, ao nível do peito, as letras “C” e “U”, uma em verde, outra em vermelho, estando o “C” dentro do “U” (talvez para não ferir susceptibilidades…).

 

O seu significado era simples, embora meio “estrangeirado”, talvez por uma questão de moda… ou não… (na altura o M.U. – Manchester United, dava cartas no futebol europeu), Significava “Chança United”! (CU)!

 

Traduzindo: Chança Unida!!!

 

Que nome “do caraças”!!!

 

Por que não fundarmos uma associação com esse nome :CU! – “Chança Unida”!

 

…e não nos preocuparmos com “deuses” ou “demónios”, porque, simplesmente somos  o/a…CU  de todas as polémicas!... o/a CU em tudo o que disser respeito à nossa terra…

Lembrem-se, no corpo humano, se o CU não funcionar ou se, pelo contrário tiver uma “hiperactividade”, … algo vai mal…

 

…para reflectir…

 

Abraços,

extramodum

 

 

 

 

 

 


publicado por extramodum às 19:32
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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2006

CHANÇA 1952

Em 1952, a Chança segundo um anuário económico  da época, teria 2.384 habitantes.

Tinha 5 alfaiates: Edmundo Sousa, Gregório Bragança, Joaquim Bernardo, Manuel João Correia e Vicente Marques da Costa.

2 barbeiros: José de Oliveira e Gregório José Bragança.

2 Ferreiros: João Falcão e Isidoro da Costa Gomes.

1 empresa de lacticínios (fabrico de manteiga): Jacinto Torres  Vaz Freire

1 empresa de especiarias: Sociedade Fabril de Pimentão.

1 empresa de cerâmica: Dr. Jorge da Fonseca  Bastos.

10 Mercearias: António Acates, António J. Correia, Irene dos Santos Calado, João C. Falcão, João Trindade Caldeira, Joaquim José Borrecho , Joaquim José Correia, José F . Jacinto, José Lopes Belo e Manuel Raimundo.

4 Talhos: Vicente de Oliveira, João S. Pedro Canarias , António José Correia e Joaquim José Correia.

2 Padarias: Dr. Jorge da Fonseca Bastos e Mateus A. Tomás.

21 Agricultores / lavradores: Os Antunes, os Belos, Os Brancos, os Simas, os Mendes.... e por aí fora.

1 casa de espectáculos: Sociedade Recreativa Chancense .

3 Negociantes de peixe fresco: Francisco Bento, Joaquim Mendes Correia e Reinaldo da Silva Mateus.

2 Agencias bancárias: Abel Luís Antunes e José Ribeiro.

1 Carro de aluguer: José Alves Bugalho

O Presidente da Junta: Francisco Antunes dos Reis.

O Regedor: António Moreno Antunes.

Registo Civil: José Antunes Lopes Belo

O Prior: José Ramiro Gaspar

Presidente da Casa do Povo: José Roque.

A Chefe de correios: Lídia Calado

 

 

 


publicado por Cravadinho às 23:20
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2006

O FUTURO DA CHANÇA

O passado constroi-se no nosso imaginário e através de registos, feitos e obras. O futuro constroi-se investindo nas pessoas e elevando expectactivas sobre o que elas próprias conseguirão fazer das suas vidas e de que forma conseguirão influenciar posisitivamente o meio em que vivem. No fundo o que quero dizer é que o futuro da Chança, essencialmente  está nas mãos dos chancenses (todos).

Este post, vem na sequencia de um dos comentários do(a) Chança_2, a propósito do futuro que se reserva para a nossa terra daqui a 10 ou 15 anos. Pois bem, as pessoas que se convençam que não aparecerá um Messias salvador, tão pouco D. Sebastião, para acudir na incapacidade e apatia em que as pessoas por vezes se entregam. Eu conheço bem um certo sentimento sebastianista que está enrraizado na cultura do nosso povo, sempre à espera que apareça  o salvador da Pátria, por isso digo que o futuro depende do investimento que se consiga fazer nas pessoas, valorizando-as, para que daí resultem atitudes mais autonomas e mais construtivas. A Chança até teve no passado, bons momentos de mobilização e que poderiam servir de inspiração para iniciativas futuras.Lembramo-nos, pelo menos os mais velhos, de que forma é que se construiu o primeiro abastecimento de água à população; como é que foi construído o ringue, antes desta última intervenção. Lembram-se concerteza do mestre Joaquim Ratinho e o registo que deixou ao nível do teatro amador, transformando leigos em actores ( o saudoso "Pelé" com o "o meu coração salta do meu peito para o peito do seu coração"....); o conjunto musical Século IXX, o grupo de escuteiros; em tempos já tinha havido um outro grupo musical .... caramba, então se olharmos para trás vimos uma imensidão de pessoas de trabalho, pessoas que tiravam cortiça, que faziam lenha, ceareiros de tomate, pessoas, que trabalhavam na fábrica de tomate, pessoas que criavam gado e tratavam da terra, porque razão é que nos havemos de entregar à ideia de que a Chança tem o futuro comprometido.

Hoje, com os meios que temos à disposição, não há desculpa para que não se façam coisas. Tão pouco a desculpa de que a Chança tem menos pessaos e que alguns, como o meu caso, saímos à procura de outro futuro, serve de argumento. Neste momento, julgo que seria oportuno e que se transformaria num balão de ensaio para muitas coisas, a criação de uma Associação de Desenvolvimento Local. Em simultâneo a criação por parte da autarquia, de uma pequena bolsa de terrenos, sedidos a preços simbólicos, a micro-empresas que se pretendessem instalar, já falei disto, mas permitam-me que repita (eu seria um dos candidatos). Então não há para aí espaço para a criação de pequenos clubes, um grupo de BTT, acho que nem uma reserva municipal de caça há.

Como diria o poeta " nada está feito e tudo é possivel".

 

 


publicado por Cravadinho às 22:38
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Sábado, 14 de Outubro de 2006

DAR VOZ AOS MUNÍCIPES

Antes de mais, quero agradecer ao Extramodum, o facto de me ter aceite como participante deste blog.

 

A Câmara de Beja esta a levar a cabo uma iniciativa intitulada " Municipio Participado", cujo o objectivo é dar voz aos munícipes, por forma a permitir-lhes a sua participação nas principais decisões da autarquia. Através de sessões públicas e de disponilbilização de questionários que possibilitam o anonimato, Autarquia e Municipes têm trocado informação, que vai seguramente valorizar o trabalho autarquico e aproximá-lo dos anseios dos cidadãos. 

Ora na sequência de tanta indignação relativamernte à actuação do actual executivo de Freguesia, lanço daqui o desafio ao Sr Presidente da Junta, para que siga o exemplo e oiça o que os Chancenses têm a dizer. Desta forma, seguramente que aproximaria as suas decisões dos anseios e problemas da população. Estamos praticamente no  início do mandato e por isso a tempo de consultar os munícipes sobre, o que acham do trabalho da junta até aqui e o desejariam que fosse daqui  até ao final do mandato.

 


publicado por Cravadinho às 00:04
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Terça-feira, 10 de Outubro de 2006

Primeiras conclusões...

Após vários dias de acesa troca de ideias (permitam-me que lhe chame assim...), e correspondendo ao meu pedido, o nosso amigo chança_2 fez-nos o favor de resumir o essencial desta "Guerra Formigueira".

Desde já os meus sinceros agradecimentos ao chança_2, não só pelo trabalho que teve a fazer este apanhado, como pela seriedade que demonstra no tratamento do assunto em causa.

Não sei quem ele(a) é... mas também não interessa... talvez um dia todos nós, os que nos preocupamos com a nossa terra, possamos dar a cara e fazer algo por ela, pelos que lá vivem e por todos os que dela gostam... (isso...) sem outra preocupação que não seja a nossa Vila Formosa.

Obrigado, chança_2.

Aqui fica , na íntegra, o resumo para comentar (se quiserem...):

De chanca_2 a 10 de Outubro de 2006 às 15:27

 

Há cerca de duas semana atrás lancei o debate subordinado ao tema “ modelo do centro de dia”
Passado este tempo, com umas férias pelo meio, vejo que existe em seu redor algumas mudanças em particular aqui , um novo site destinado ao debate

Vejo também com agrado algumas intervenções, no fundo a ideia base aproveitar as sinergias, que acredito úteis, pena é que as sinergias no feminino ainda sejam poucas
Assim, e de forma não muito elaborada decidi reunir a informação mais relevante, desde já as minhas desculpas se qualquer coisa ficou pelo caminho, existindo sempre a possibilidade de correcção
Reuni a informação sobre três tópicos que podem desde já alimentar o debate

Profissionalização da gestão

Delfos:
Concordo que a gestão do Centro de Dia deveria ser feita por profissionais. Talvez até no centro de emprego exista alguém nessa área e que busque uma oportunidade de trabalho? também podemos aceder aos modelos de gerência de outras instituições!

Ultimo anónimo:
A primeira questão relaciona-se com a profissionalização da gestão deste tipo de instituições, que não é diferente, na maioria dos casos das empresas. Por ser uma IPSS não significa que os instrumentos de gestão não sejam aplicados. E aí, há um longo caminho a percorrer. Mecanismos de gestão de recursos humanos precisam-se e com urgência. Cerca de 20 empregadas exigem muito mais que fazer horários e folhas de vencimento
Quantas horas de formação foram disponibilizadas desde que o Centro iniciou a sua actividade? Que mecanismos de motivação e gestão de conflitos existem? São apenas exemplos que nos devem fazer reflectir e, enquanto sócios (quantos dos que aqui escrevem pagam quotas?) exigir que os responsáveis tenham as competências necessárias para estes cargos (já agora, que todos saibam o que se decide nas reuniões, porque muitos não estão presentes), mas a responsabilidade continua.

Cravadinho:
Quanto ao modelo de gestão do lar IPSS está bem, muito embora reconheça que seja fundamental a existência de pessoas qualificadas a tempo inteiro, para fazer a gestão diária, refiro-me a uma assistente social e um técnico da área da gestão.

Ana Simão:
Não deixando de considerar importante a sua sugestão, de técnicos qualificados para a gestão do lar, tenho no entanto dúvidas se a instituição terá disponibilidade financeira, para os honorários dos dois técnicos
Penso que o gestor é desnecessário, o técnico Superior de Serviço Social (Assistente Social) tem formação especifica e necessária para este tipo de instituição , e sai menos dispendioso . Mas no entanto deverá verificar se este apoio não está já a ser prestado pela Segurança Social...

Q fez o anterior:
Ainda sobre o Lar de Dia, há como é evidente soluções equilibradas e consensuais. Basta seguir uma das soluções que proponho:
1ª – Os elementos da direcção que estão a Coadjuvar o Galapito, terão que passar a ser mais interventivos, por unanimidade ou por maioria, têm que funcionar efectivamente como um colégio de decisão, não podem nem devem funcionar através de um exercício de gestão autocrata, acompanhado de um exercício físico de abanar a cabeça e dizer a tudo que sim. A Assembleia-geral, para além do poder deliberativo que os estatutos da associação lhe conferem, deve ser um órgão regulador e fiscalizador, já que afinal é soberana. Os sócios e utentes serão sempre a principal voz activa, serão sempre beneficiados ou prejudicados em função de uma boa ou má gestão.
A História encarregar-se-á de julgar, principalmente todos os elementos da direcção e o Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, enaltecendo os seus desempenhos positivos e as suas funções altruístas, ou condenando eventualmente aqueles que pela sua inaptidão tornaram a associação insoluente ou quase.
2ª – Em alternativa uma das soluções mais viáveis passaria por um modelo de gestão profissional já aqui falada, que passa entre outras medidas pela diminuição do efectivo laboral. Eu sei que esta medida é impopular mas necessária. Já pensaram senhores Directores, que pode haver funcionárias que aceitariam de bom grado indemnizações negociadas para sair. Também sei que isso no curto prazo, teria custos elevados, mas no médio prazo seria recuperado progressivamente na baixa significativa do todo salarial.

Cooperação

Delfos:
A ideia de concentrar os esforços na área da solidariedade social do nosso concelho, mais propriamente das freguesias Chança, Cunheira e Seda, num projecto comum de apoio deveria ser trabalhada e apresentada talvez em Assembleia Municipal.
Sabemos no entanto que para levar adiante tal projecto necessitariamos de uma estreita colaboração entre a Câmara Municipal e as freguesias envolvidas juntamente com a Segurança Social e outras parcerias que possivelmente se conseguissem realizar.

Ultimo anónimo:
No Concelho existe uma rede social, no âmbito do Município , que servirá cerca de trezentas pessoas diariamente. Pensemos que todas necessitam de comprar carne, peixe, pão, leite, detergentes, fruta, legumes,etc , etc. Não seria mais fácil a conjugação de todas estas necessidades e a negociação directa com os fornecedores? Garanto que as poupanças atingem facilmente 15 a 20%. Mas esta cooperação pode estender-se ainda no campo da animação social, campo totalmente negligenciado pela maioria das IPSS por esse país fora.

Qualidade de serviço

Delfos:
Também acho que o Centro de Dia poderia ter algumas tardes de animação para os utentes e quem poderia contribuir eram as crianças da escola primária e os jovens da terra.
Sei lá ...contar histórias, actividades musicais, passeios... E porque não a história do centro de dia e de cada utente que tem ou já teve...as histórias da vida etc..Acho que os familiares iam gostar...e os utentes também

Ultimo anónimo:
Contratar dois técnicos que possam prestar serviços nas freguesias e em Alter fica muito mais barato e ajuda decisivamente em algo crucial para o bem estar dos idosos. O Centro de Dia é apenas um depositário, sem quaisquer actividades de dinamização cultural que não apela às memórias e aos saberes adquiridos ? Mas a Câmara e a Junta também possuem obrigações. Existe hoje uma biblioteca Municipal, com 4 técnicas. Quantas actividades foram desenvolvidas junto destas instituições? Que se saiba, nenhuma. É tempo de exigir uma plano permanente junto das escolas e das IPSS, inclusivamente de alfabetização. E a literacia tecnológica? Vários exemplos existem de como os idosos podem aprender a manusear um computador e navegar na Internet.

 

(...fim de citação. Agora é comentar! - Com este resumo talvez seja mais fácil perceber a importância de usar um nickname, ou alcunha...)

 

Cumprimentos,

extramodum


publicado por extramodum às 19:19
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Quinta-feira, 28 de Setembro de 2006

Tema 1 - Que Modelo para o Centro de Dia?

Caros amigos é aqui que podemos debater os mais diversos temas, começando por este que tanta polémica já suscitou.

Agradeço a v/participação com opiniões válidas!.

As "agressões" ficam lá fora.

Obrigado.


publicado por extramodum às 21:13
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